Engenheira agrônoma, ecóloga e pioneira da conservação da natureza no Brasil.
Foto: crédito a confirmar

Uma pioneira de verdade.
Maria Tereza Jorge Pádua nasceu em São José do Rio Pardo (SP) e formou-se engenheira agrônoma em Lavras, em 1966. Em 1968 entrou no recém-criado IBDF e passou a chefiar os parques nacionais do país.
Ajudou a criar mais de 8 milhões de hectares de parques e reservas, cofundou a FUNATURA e, em 1992, tornou-se a primeira mulher a presidir o Ibama.
Mais do que cargos, sua marca é a coragem: defender a natureza mesmo quando isso significava enfrentar governos.
Fontes: ((o))eco (2004, 2024); FUNATURA (2022); Gorgulho.com (2021)
e pelo Brasil que ajudou a proteger.
Em 2016 recebeu da UICN a Medalha John C. Phillips: foi a primeira brasileira e a segunda mulher a recebê-la, depois de Indira Gandhi.
Antes disso, vieram o prêmio J. Paul Getty, o prêmio Henry Ford (1999) e o prêmio Fred Packard (2008), da Comissão Mundial de Áreas Protegidas.
Ver trajetória completao conhecimento que ela deixou escrito.
Livros, artigos científicos e colunas em que Maria Tereza registrou décadas de trabalho pelas áreas protegidas do Brasil.
Uma voz pela natureza.
Entrevistas, homenagens e conversas em que Maria Tereza fala de parques nacionais, Cerrado, Pantanal e do futuro das áreas protegidas.
Uma memória viva para estudantes, pesquisadores e todas as pessoas que se importam com a natureza brasileira.
Em suas palavras
“Minha religião é a natureza.”

Uma história a dois
companheiros de vida e de causa.
Juntos escreveram Arcas à Deriva: Unidades de Conservação do Brasil (2013). Duas trajetórias dedicadas às áreas protegidas, dois arquivos digitais conectados.
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